Os carnavalescos adoram usar expressões exageradas, como ‘invadir a avenida‘, ‘desfile grandioso‘, sem contar o tamanho de seus carros alegóricos. Como disse semana passada, nunca liguei pra esse negócio de carnaval. Mas esse ano, além de um motivo específico e meu, também fui convidada por amigos do heart para ir ao Sambódromo e, escandalizada comigo mesma, não é que gostei! Assim, é bonito de ver, é um show, como uma coleção de moda a ser desfilada depois de trabalhada, além de uma expressão da cultura brasileira. Mas ainda continuo achando um gosto estragado… Gosto é gosto.

Aí, lá no Rio de Janeiro, a escola Porto da Pedra teve como tema a História da Moda. Claro que eu assisti! E achei bem interessante os links que eles fizeram, embora a transmissão da todapoderosa Rede Globo tenha deixado, e muito, a desejar. Mããããs, olha só: o primeiro carro representava a Pré História com Os Flinstones. A princípio, achei que não tinha nada a ver, até porque acredita-se que o homem começou a se cobrir com peles de animais por proteção, depois também por pudor. E o tigre símbolo da escola estava usando boné e piercing neste carro, como assim?!

Os Flinstones da Pré História e o Tigre de Piercing

Com a evolução da escola, fui percebendo as conexões. Afinal, na moda se fala muito de retrô e vintage, que são justamente esses resgates em modas passadas misturados ao modernismo. Então, a escola foi passando pela Antiguidade Clássica, Idade Média (enfatizando o Bizâncio e o Gótico), Renascimento, Barroco, Rococó e Neoclássico, até então mostrando a realeza como influência (ditadora) da moda, depois Século XX e Brasil. Claro, aquilo tudo é apenas uma representação e não daria tempo de mostrar tanta história, mesmo. Para quem não entende nada de História da Moda, assistir à Porto da Pedra teria sido um exercício tanto válido. A escola conseguiu mostrar a evolução e as relações diretas dos movimentos de arte com a arquitetura e, principalmente, a moda.

A Cleópatra da Antiguidade Clássica, o Gótico da Idade Média, a Rainha Elizabeth do Renascimento (melhor de baiana que de Geyse!) e o Rei Luís XIV do Barroco

Só que nem tudo é perfeito… A Geyse estava lá, desfilando, representando justo a Rainha Elizabeth! Se ainda houvesse restos mortais da bichinha por aí, ela deveria ter se remexido mesmo no túmulo… De qualquer forma, ela estar na mídia tem a ver com indumentária. Então compreensível, vai. Em contrapartida, Marília ‘Coco Chanel’ Pêra desbancou esse pequeno deslize e a-ha-sou!! Sem contar tantas outras referências representadas, que foram desde Charles Worth (considerado o ‘Pai da alta costura’ por assinar suas criações, acreditando que eram obras de arte, como na pintura, e criando a exclusividade na moda) a Clodovil, passando por Lanvin, Yves Saint Laurent, Valentino, Madeleine Vionnet e queridíssimos brasucas, como Alexandre Herchcovitch, Zuzu Angel, entre outros. Alguns até presentes na avenida!

Naomi de Yves Saint Laurent à la Mondrian, Marília 'Coco Chanel' Pêra e Alexandre Herchcovitch

Se você perdeu essa aula, vale conferir no site da Porto da Pedra a sinopse do desfile, uma aula tão básica quanto a transmitida, só faltou imagens. Falando nisso, ficou claro que os repórteres poderiam ter feito pelo menos uma pesquisenha básica no Google, pois nunca ouvi tanta baboseira sobre o tema! Ou então, como disse @LilianPacce, não custava nada ter convidado alguém da área para fazer comentários decentes e válidos, a escola merecia! E a entrevista com Paulo Menezes, carnavalesco da Porto da Pedra, ao Fashion Foward também é ótema!

E pra finalizar, o refrão mais lindo do samba enredo, um pensamento de presente para nós, admiradores da moda:

Sapucaí Fashion Day e alguns dos nossos estilistas

Eu sei que a arte caminhou
Modéstia à parte encontrou
Na moda a luz da emoção,
Em cada estilo uma expressão

Infelizmente, a Porto da Pedra não agradou muito os quesitos carnavalescos e ficou na antepenúltima colocação… Pelo menos não foi rebaixada.

P.S.

13fev10

Sabe, eu nunca gostei de carnaval. E esta semana que antecedeu tal festa não foi fácil… Afinal, o mundo fashion ficou menos rico com o falecimento de Alexander McQueen. Carnaval? … Bom, não quero me meter a falar de coisas que eu simplesmente admiro. Mas recomendo a matéria e a retrospectiva do Fashion Foward e pelo menos um videozito no Youtube. (Mas tente assistir mais que um, pois vale a pena! ;) ) Esse cara foi muito mais que um estilista, foi um artista que conseguiu fazer uma arte completa, uma estrela muito grande que jogou fora seu brilho…

Nunca esperei pelo carnaval, muito pelo contrário. Mas este ano eu tenho motivo, lembra? =P Como me desejou Mario Queiroz, me preparando para fazer a diferença na moda!




Moda de massa

06fev10

Humf! O almoço de domingo, como em quase todas as casas que eu conheço, sai tarde, além do horário normal da semana. E assim é na minha casa. E no último domingo parece que atrasou mais que o normal, acontece. E a televisão estava ligada naquele programa da Record que era da Eliana e agora é da Ana Hickmann. Minha mãe é maravilhosa, mesmo. Mas tem um certo mal gosto. Ou faz de propósito, eu acho isso às vezes. E mesmo que seja só pra reclamar que a TV não tem nada que presta aos domingos (isso porque temos TV a cabo), ela insiste em deixar a TV ligada nesses programas. E ai de mim se reclamo…

Geyse em seu famigerado vestido pink, que a fez celebridade

Enfim. A grande convidada daquele programa nada mais era que a master celeb do momento, Geyse Arruda. Aquela do micro vestido pink da Uniban, lembra? Ela estava com o corpo pintado de pink (claro!) e parecia que estava realizando o ‘sonho’ de estar no quadro ‘Arquivo Confidencial‘, do Faustão, mas na Ana Hickmann, falando um mooonte de abobrinhas. Óh, Santa Leguminosa! By the way, por que ela é celeb mesmo?

É, quando rolou aquele furdúncio todo eu pensei: ‘E agora? Moda é, ou pelo menos deveria ser, democrática. Mas tá aí, um bando de universitários, fato que já os consideram membros da classe média-alta, no mínimo, agindo feito homens primatas. Só que a Ivete, a Wanessa (que agora é só Wanessa, sem o Camargo), a Beyoncé e maaaais um monte de mulher famosa usa curtíssimos e todo mundo acha lindomaravilhoso’. Sem resposta, parei de pensar no assunto, até porque convenhamos, néam! Mas aí, minha mãe ligou a TV no domingo e lá estava a Geyse… E eu comecei a pensar nos porquês disso tudo, de novo.

E aqui, curtindo sua fama, muito bem trajada

Não cheguei à uma conclusão porque o mundo anda em constante movimento e eu não sou antropóloga, nem socióloga, nem psicóloga pra definir algo e dizer que é a verdade absoluta. Afinal, cada um no seu quadrado! Mas eu acho que aquilo tudo não foi por acaso. Não acredito que ela, pobrinha, tenha sido tão somente vítima. Nem o lobo mal teria pego a Chapeuzinho se ela não tivesse passado pelo bosque, não é? Então, existem alguns modos que as pessoas devem tomar ao vestir determinados tipos de roupa. Nem a maiores celebs internacionais são perdoadas se algum paparazzo as flagram pagando calcinha ou mais que isso. Há uma grande diferença entre o estilo sexy e ser vulgar. E eu não duvido que nossa diva instantânea tenha provocado.

Por outro lado, paro e penso no que as pessoas tem acesso. Primeiro, já foi citado, a qualidade da programação da TV aberta. Depois, a quantidade e qualidade do que as pessoas têm acesso comercial, principalmente nessas lojas de departamento, onde lança-se muita modinha, muita coisa bacana, mas muita coisa ruim e sem noção também. Somado a uma coisa, que a Geyse chama de vaidade, temos a própria como resultado. Pois é, as pessoas consomem a informação sem questionar. Sem pensar se aquilo é realmente adequado para ela ou não. Tá, o sentido de adequação varia de uma pessoa para outra. Okey! Mas não me venha com historinhas e nem me faça engolir tragédias como informação relevante. Estamos neste mundo para evoluir. E a vaquinha que ela ganhou para seu aplique no cabelo e lipoescultura teria sido muito mais proveitoso se tivesse sido empregado num profissional que a ensinasse a ter bons modos, se vestir de maneira mais adequada a sua personalidade e outras cositas más. Pensar moda, ou pensar qualquer coisa que faça a diferença para melhor no mundo é muito legal meeeeesmo. Experimente!


Tem uns dias que eu tenho pensado sobre o consumo de luxo. Ou melhor, no que as pessoas realmente querem consumir. E só me vem uma resposta à cabeça: status. Acho que isso ainda é impacto de uma das palestrantes do Ziguezague.

Sim, quando sonhamos com algo sempre nos parece luxuoso. Sempre queremos consumir o que é mais belo, muitas vezes que é mais caro também. Aquela coisa da ostentação. E não adianta querer se fazer de humildezinho porque todo mundo já teve pelo menos um desejo assim. Agora, a sacada é tentar entender como isso tem se transformado, afinal fala-se muito em sustentabilidade, e tem a coisa da personalidade e tudo mais. Numa entrevista ao Fashion Foward, Regina Guerreiro disse que moda não combina com sustentabilidade, pois ela não pode ser limitada. Eu acho que limitar é não pensar nas possibilidades. Tá ai uma das coisas que a Consultoria de Imagem aborda, o consumo consciente. Não é necessário ter um guarda roupa abarrotado, mas sim coordenável. Aí, já se elimina o consumo exagerado, um passo à essa tal sustentabilidade.

A Elle Brasil de Janeiro/2010 traz uma reportagem sobre a divisão do luxo. Em resumo, consumir o luxo em forma de sociedade. Assim: você compra uma fração de determinado bem ou compra uma parte por determinado tempo e divide com os outros sócios-compradores. Isso pode ser um helicóptero, uma casa de veraneio ou um vestido de grife. Essas práticas já acontecem pelo mundo. Aqui no Brasil está começando, há empreendimentos imobiliários em andamento, só para o mercado de moda que (quase) ainda não. Há um site americano, o Wear Today Gone Tomorrow, que está praticando tal feito fashion. Já no site da Época Negócios saiu uma reportagem de duas bonitenhas que estão fazendo isso, mas com bolsas, no BoBags. Na verdade, elas se basearam num outro site americano, o Bag Borrow or Steal, que atua no mercado de acessórios em geral.

E eu acho isso tudo muito válido! Mesmo por que ainda não consegui definir meu ponto de vista sobre o consumo de luxo vs. consumo necessário. Consumindo desta forma te permite variar e ainda perceber se aquele produto tem mesmo a ver com você, com sua personalidade. Ou até mesmo se aquela marca é tudo aquilo que você sonhava. E ainda contesta as diferenciações entre classes sociais, já que o luxo se torna acessível a todos, e não só à nata, como acontece por séculos.

E assim, o luxo vai se tornando realidade, possível, sustentável.


Sinceramente? Fiquei com preguiça de falar sobre o SPFW. Sabe, tudo o que rolou lá foi muito bonito, muito criativo e muito blábláblá. Mas, parece que é só para inglês ver, como diz o ditado.

Mesmo me arrastando de sono, acompanhei dia a dia o que passou pelas passarelas, mas nada havia me tocado, me dado inspiração para vir aqui pitacar. Tanto que o último post, sobre o Fashion Rio, não me deixou assim, cheeeia de orgulho. Aí, no último dia do evento, fui ao Ibirapuera. Paralelamente à semana de moda de São Paulo rola o evento Ziguezague Moda e Arte no MAM, promovido pelo Senac. Esse foi meu destino numa 6ª feira chuvosamente sem dó, como tem sido em São Paulo. E foi justamente lá que encontrei a dúvida e a resposta que eu precisava.

O Ziguezague é pontuado de Desfiles Incríveis, Oficinas Transitivas e Conversas Transversais, tudo acompanhado, estudado e devidamente discutido entre pesquisadores de moda, arte e ciências sociais. Essa foi a segunda vez que fui ao evento e, desta vez, assisti à Conversas Transversais em que o consumismo apareceu de forma contrária ao que estava sendo ‘pregado’ na vizinhança. Os pontos apresentados foram: duas formadas em moda que quase não puderam apresentar seu TCC por conta da crise econômica mundial e se questionaram de como seriam suas carreiras, o que resultou em uma ‘galeria de moda‘; uma comunicóloga que apresentou o desejo e o consumo do status da moda entre os chefões do Comando Vermelho nos morros do RJ; uma docente e seu pensamento espalhado sobre o distanciamento entre as grandes artes (pintura, música e arquitetura) e as pequenas artes (moda) e a ligação com as cinco peles do ser humano, proposta pelo austríaco Hundertwasser (epiderme, vestuário, casa, meio social e identidade e a Terra); e uma socióloga fashion e divertida que nos mostrou as diferentes faces que os Vampiros (e o universo paradoxal) nos mostram diante da moda e da subjetividade.

Batido tudo isso no liquidificador e o primeiro ponto a que se chegou foi que a SPFW é um evento de um mundo fechado com acesso para outros mundos fechados. Quems? As celebs e a imprensa, ou seja, os formadores de opinião. Quanto à imprensa, okey. Mas, celebs? Ser ator é um trabalho como outro qualquer, e são celebridades só porque aparecem na telinha da Globo? Tanto que há celebs instantâneas agora, esses malditos BBB’s que não servem para absolutamente nada! Celebridade deveria ser considerado, por exemplo, o paulista que levanta às 5h da matina e enfrenta um baita trânsito, quando não precisa fazer malabarismos por conta de enchentes e congestionamentos monstruosos,  para arregaçar as mangas para se sustentar e fazer a economia do país acontecer!! Mas, enfim… Se a SPFW é mais palpável para seres ‘imortais’ que para seres humanos terrestres (incluindo a este mundo os estudantes de moda), então como pensar e democratizar a moda? Porque, até então, pra mim foi só consumismo, mesmo. Status, sabe? A coisa do ter, em vez do ser. Já pensou:

Você: Oi, quem é você?

O outro: Ah, eu tenho um Louboutin!

Você: Oi?

(E enquanto terminava esse parágrafo, recebi um tweet do Felipe Andreoli com esse texto que ele fez sobre o SPFW, que foi super pertinente. Vale a pena!)

Isso tudo sem contar que os bafônicos do mundinho fashion idolatraram o SPFW, tudo era lindo e perfeito. Só o Fashion Rio que não serviu pra nada, porque no Rio não faz inverno, lembra? Como se estivesse tudo mastigado… Olha só que irônico o que o Ronaldo Fraga disse em uma entrevista: ‘Não é a moda que influencia a cultura, é a cultura que pode influenciar a moda. A moda não influencia nada, a moda é essa bobagem mesmo. Ela só melhora quando estabelece algo com outras frentes.‘ (leia na íntegra)

Essa Conversa Transversal se estendeu durante a tarde num papo entre amigas que me fez pensar muito mais que a moda é para cada um de nós como nossa personalidade. Há quem ostente o status como há quem ostente a beleza e o bom gosto ou apenas o se vestir. Como a Madú (ui, que íntima!) concluiu na Conversa, ‘a roupa é uma narrativa sobre nós para nós e para os outros. Um identidade em movimento.‘ E é isso que cada vez mais me fascina em querer ser um consultora de imagem.

Mas, se seu interesse é mesmo ver o que rolou de fato nas passarelas, indico o Chic e o Estilo GNT. Fica a dica! ;)


Esta semana, como disse semana passada, rolou o Rio Fashion Week Inverno 2010. E claro que vou falar sobre isso.

E a tecnologia da comunicação mais uma vez mostrou sua força, pois, com esse negócio de Twitter, pude acompanhar, entender e comparar opiniões de forma mais rápida e prática. E, claro, tirar minhas próprias conclusões. Uma delas, que me pareceu muito incomum, é que as coleções que foram apresentadas não combinam com o Rio de Janeiro na prática. Bom, todos nós sabemos que lá é sinônimo de praia, calor e carnaval o ano inteiro. E não só pra nós brasileiros, mas para o mundo. Essa é a característica do Rio, é a sua identidade. Uma vez li num blog: ‘Assim como São Paulo tem um sambódromo para imitar o Rio, o Rio tem uma Fashion Week para imitar São Paulo.‘ Acho que esta última edição deixou isso mais claro, pelo menos pra mim. Até porque, nesta edição, no Rio foram 27 desfiles no total, enquanto em São Paulo serão 38. São Paulo já se estabeleceu no mundo fashion. E lá no Rio realmente não faz inverno para que aquelas coleções sejam usadas na vida real. Aliás, nem aqui em São Paulo tem feito… (aquecimento global, oi!) Acho até que algumas propostas foram bem apropriadas, abusando de curtos, transparências e tecidos leves. É que moda é uma coisa que faz parte do dia-a-dia da gente, afinal precisamos nos vestir. E quem não gosta de ficar bonita(o) e parecer descolada(o), antenada(o)?

Dos profissionais da área que acompanho, alguns eram só elogios. Às  vezes, até pareciam ser simpáticos ou politicamente corretos (para não dizer puxa-sacos. Oops!). Outros já eram mais sinceros, falando que não era adaptável ou que eram cópias de coleções internacionais. Mas o que importa mesmo é avaliar e entender as propostas e recriar essa moda em nosso cotidiano.  Por exemplo: eu adoro cachorro e achei super divertida a proposta da New Order. Mas não conseguiria adaptar seu conceito ao meu guarda-roupa. Já o desfile do Victor Dzenk teve bem o meu jeito, super me identifiquei, a-do-rei! E as coleções da Cantão, Maria Bonita Extra e Cavendish agradaram muito o meu gosto.  E vocês, com o que se identificaram? O que dos looks apresentados gostaria de adaptar ao seu Inverno 2010?

Da mídia, posso dizer que vi muita crítica e comparação. Quem compara, pára. E que atire a primeira pedra quem nunca pediu a Deus pra ter só um pouquinho do talento da Chanel. Em entrevista ao Portal Fashion Forward, o jornalista de moda internacional Godfrey Deeny disse: ‘Sempre existe inspiração. (…) A cópia não importa quando há interpretação. O que considero ruim é quando não há visão nenhuma em cima da inspiração‘. Se estamos nos sentindo inferiores é porque nos fazemos de tal. Um amigo meu cita em seu MSN: ‘A criatividade consiste em ver o que todo mundo vê e pensar o que ninguém pensou‘ (Albert Szent-Györgyi, médico húngaro vencedor do Prêmio Nobel de Medicina de 1937). Pelo menos em termos de Fashion Rio, não duvido que foi dado o máximo de cada designer e suas inspirações. Como já disse acima, a identidade do Rio é bem diferente da de São Paulo. E isso não é crítica, é constatação do fato de que cada lugar tem suas características peculiares que os fazem ter personalidades próprias. Assim como o ser humano que tem sua individualidade. Só que isso acaba nos estimulando a esperar mais do SPFW. Claro que, assim como no Fashion Rio, esperamos que as coleções venham com pensamentos que ninguém pensou. E se não vir, cabe a nós colocarmos nossa cacholinha para trabalhar e expressar nossa personalidade através de nossa indumentária. Ou seja, ver o que todos vêem e pensar do nosso jeito.

Ainda assim, vale lembrar que a palavra tendência voltou a ser tendência. E, segundo o que Glorinha Kalil interpretou do Fashion Rio, pode esperar para ver muito mini, transparências e segunda pele, brilho como o  lurex, saltos e plataformas, ankle boots ou botas de canos longuérrimos e cabeças adornadas. Já as bonitenhas da Oficina de Estilo twittaram que o vocabulário da estação será: ombros destacados, cintura marcada, volume na parte de baixo. Vamos conferir!

E enquanto vocês pensam pra me contar o que mais gostaram do Fashion Rio, deixo aqui para vocês saberem o que eu mais gostei de cada desfile, aquilo que achei adaptável à realidade, mesmo que seja uma peça aqui, outra acolá. Necessariamente nesta ordem:

Victor Dzenk (08/01/2010)

Maria Bonita Extra (11/01/2010)

Nica Kessler (13/01/2010)

Cavendish (10/01/2010)

Graça Ottoni (10/01/2010)

Filhas da Gaia (10/01/2010) e Andrea Marques( 13/01/2010)

Cantão (09/01/2010)

Têca (12/01/2010)

Mara Mac (10/01/2010)

Juliana Jabour (11/01/2010) e Giulia Borges (08/01/2010)

Walter Rodrigues (09/01/2010) e TNG (11/01/2010)

Patachou (13/01/2010)

Espaço Fashion (12/01/2010)

E esses são aqueles que eu não achei tãããão adaptáveis assim, não necessariamente nesta ordem (com excessão do última…). :P

Claudia Simões (11/01/2010)

New Order (13/01/2010)

Redley (12/01/2010)

R. Groove (12/01/2010)

Melk Z-Da (08/01/2010)

Acquastudio (11/01/2010) e Lucas Nascimento (09/01/2010)

Coven (10/01/2010)

Printing (09/01/2010)

O último e o primeiro: Alessa (13/01/2010) e Aüslander (08/01/2010)

Agora, criar fôlego para acompanhar a SPFW! Ser peona não é bolinho!!

As fotos foram retiradas do GNT Estilo.

Estreando 2010 aqui no Pitacos! E o ano começa cedo no mundo fashion, pelo menos aqui no Brasil. Afinal, ontem, 08/01/10, já começou o Rio Fashion Week Inverno 2010, e dia 17/01/10 inicia o SPFW Inverno 2010. Que Carnaval que nada! E eu gosto muito assim!

E eu quero contar aqui como assisti o primeiro desfile da minha vida. Quer dizer, não foi exatamente o primeiro, pois eu já havia participado de um, aqui onde moro, para a modista que fez o meu vestido de formatura. Como modelo, acredita? Pois eu não! Hihihiiiii! Mas vou contar sobre o que foi o primeiro (e, até agora, só o único) pra valer mesmo, da SPFW.

Convidei minha amiga Candy (aquela ‘madrinha de blog’ desnaturada que até hoje não veio me visitar aqui :P ) para ir comigo assistir à uma palestra sobre moda e arte que aconteceu no MAM, num domingo de manhã. Madruguei, viajei até à casa dela, de lá fomos ao Parque do Ibirapuera e eu fiquei me sentindo uma E.T. mal vestida perto daquelas patricinhas fashion que escondiam a cara de balada embaixo da maquiagem, mas faziam questão de ter um letreiro verbal para divulgar tal super acontecimento. Bom, meu objetivo lá era outro. Toquei o foda-se e bora pra palestra que, entre fatos e boatos, teve boatos nada a ver e fatos muito interessantes. Um pouco mais de uma hora e a palestra findou-se. Minha amiga e eu visitamos uma pequena exposição que tinha na sala ao lado e resolvemos ir embora, já com fome.

Ao sairmos do MAM, maior burburinho sob a marquise do parque. Ouve não sei quê aqui, vê um movimento ali – ‘Candy, vai ter desfile aqui!‘. Resolvemos esperar. E como esperamos! Claro que, maltrapilho como eu estava, nem quis tentar descolar de última hora um convitenho para sentar-me como convidada do desfile. (Aliás, nem sei como fazer isso… Alguém me ensina?! :D ) Mas logo consegui colar minha barriga na grade de proteção e lá quase me fundi à ela. Dali dava até para ver um pedacinho do backstage. Mas, que desfile seria? Sem parecer muito tchonga (afinal o que eu estava fazendo lá?), comecei a observar e tricotar baixinho com minha amiga. (…) Aaaaaaaaaaaaah, tá! Neon, do Dudu Bertholini e Rita Comparato! Já havia visto coisas sobre eles, afinal eles estão lá no ‘Brazil’s Next Top Model‘, mas nunca me interessei a fundo. Ai, acontecesse uma ‘surpresa’ dessas e a gente percebe como somos apenas uma formiguinha besta num mundo tão gigante e como ainda temos tanto para aprender e caminhar.

Dudu Bertholini e Rita Comparato ao final da apresentação do desfile da Neon no SPFW Verão 2010.

Os dois bunitenhos foram amigos de faculdade. Depois, Dudu foi trabalhar como stylist e Rita como modelista. A convite do fotógrafo J.R. Duran, Dudu assinou um editorial de moda e convidou Rita para criar dois maiôs exclusivos. Animados com o resultado, decidiram fazer mais. Com isso, trabalharam em parceria para várias marcas, como a Cori, até que veio o projeto que se tornou a Neon, uma marca de roupas brasileiras que mistura moda urbana à moda praia e tem como características fortes: espírito luminoso, elegância, alegria, silhuetas marcantes, estamparia exclusiva, pegadas étnicas, volume, cores fortes, muitas vezes fluorescentes. E esse desfile foi contagiante…

Ao ritmo da balada tema de 007, as Bond Girls (ou modelos, se assim preferir), desfilaram numa bela tarde de verão (no inverno paulista) com modelitos pálidos, fluo, estampados, plissados, fluidos, acompanhados de acessórios arrasadoramente alegres, às vezes gigantes. Olha só:

Looks da Neon para SPFW Verão 2010

Essa coisa da moda de, às vezes, brincar de faz-de-conta e se carregar de arte é tão emocionante! Agora, arrasador mesmo foi isso aqui, gente!

Arrancou aplausos e gritinhos da platéia, alavancado por Marco Antônio de Biaggi, o hairstylist das queridinhas celebs. Foi unbelievable! Senti uma quase-surrealidade de estar presente num desfile que teve um dos fatos mais marcantes, popular, ousado e agitado da SPFW Verão 2010. Só perdeu mesmo para Gisele Bündchen que, apesar de estonteante sim, todo ano faz a mesma coisa e é sempre a mais popular de todas as notícias da SPFW. Ainda mais nessa temporada em específico, com os rumores de sua gravidez. By the way, essa criança vai ser estupidamente linda com o DNA que Deus lhe deu, hein! Que Ele abençoe!

Quase desmaiando de fome, não queria sair de lá, mesmo depois do desfile ter terminado. Parecia que eu caminhava sobre as nuvens! Fiquei até um pouco quieta, assimilando tudo aquilo… O engraçado mesmo foi minha amiga perguntar que desfile era aquele, pois ela não fazia idéia que estava rolando SPFW, muito menos ali no Ibirapuera. E isso, já saindo do parque, hahaha! Então, fui ensinar um pouco de moda à essa minha amiga. Re-a-li-za-da!!


Ano Novo 10!

26dez09

Bom, semana passada falamos sobre o Natal e todas aquelas dicas continuam valendo não só para o Ano Novo, como pra vida! Só que o Ano Novo aqui no Brasil tem uma tradição muito forte no país inteiro: vestir-se de branco. E essa é uma tradição muito brasileira!

O Ano Novo é conhecido como o fim de um ciclo e início de outro, que é também chamado réveillon, termo oriundo do verbo francês réveiller, que em português significa despertar. É um momento cheio de promessas, esperanças e renovações. É o momento em que muitos traçam objetivos ou adequam as coisas boas que vêm acontecendo para renová-las e darem energia nova para que continuem prosperando. E há muitos rituais pelo mundo para celebrar esta data, como a queima de fogos em Copacabana (Rio), na Av. Paulista (Sampa), no Arco do Triunfo (Paris) e em tantas outra cidades como Lisboa, Londres, Sydney. Dizem que essa tradição é muito antiga e serve para espantar os maus espíritos. Se é verdade não sei, só sei que é lindo!! Na Espanha, costuma-se comer 12 uvas, uma a cada badalada do relógio de Puerta del Sol, localizada em Madrid, para trazer sorte. Em New York, a celebração de Ano Novo é na Times Square, onde uma bola gigante começa a descer às 23h59 até atingir o prédio em que está instalada, marcando exatamente meia noite. E há um costume universal: roupa nova. Acredita-se que usar na virada ao menos uma peça que nunca tenha sido usada reforça o espírito de renovação do Ano Novo. E aqui no Brasil, além do costume de usar branco, muitas pessoas associam a cor da roupa íntima à determinados desejos para o próximo ano. A energia das cores realmente influenciam no nosso comportamento, personalidade e, porque não?, na direção que vamos seguir. Algumas pessoas misturam a cor escolhida ao branco na vestimenta escolhida para a festa da virada, e eu acho super válido. Então, vamos ver o que as cores podem trazer de bom pra gente?

Branco: Tradicional para este evento, representa paz, verdade, sabedoria, calma, dignidade, divindade, harmonia, promove o equilíbrio pessoal, a interiorização e a reflexão. O prata é considerado o branco com brilho, além de ser mais sofisticado, acredita-se que ele reforça as energias do branco com sensações agradáveis e muita energia positiva, vibrante e calmante.

Preto: O clássico e nobre preto… Por carregar uma atmosfera pesada, já que também é a cor do luto, não costuma ser utilizado nesta comemoração. Ainda assim, há quem acredite que esta cor repeli energias negativas, como a inveja.

Azul: A cor da espiritualidade. Atrai força, segurança e credibilidade. E também transmite tranquilidade e garra para iniciativas.

Vermelho: A paixão, o fogo, a vida. Esta cor promove agitação, movimento, atrai paixão, amor e sexo, não exatamente nesta ordem.

Laranja: Uma cor de vibrações enérgicas, de alegria, euforia, senso de humor, conquistas profissionais.

Amarelo: O ouro, o dinheiro, a riqueza! Traz conforto, idealismo, espontaneidade, luz e coragem para seguir adiante.  O dourado, assim como o prata para o branco, é considerado o amarelo com brilho. Da mesma forma, reforça as energias do amarelo, além de ser mais peruástico!

Rosa: Ah, os românticos! A cor do amor puro, de qualquer natureza. Transmite suavidade, sensibilidade, delicadeza, pureza e vibrações ótimas para conduzir boas convivências.

Verde: Esperança. A cor da natureza, leva à sensação de liberdade, de firmeza, atrai boa saúde e, se for neon, atrai muita energia e disposição.

Violeta: Mistério e grandeza. Ótima para a auto estima e para o foco de objetivos, inspira a criatividade e a imaginação.

Marrom: A cor da terra, da solidez.

Nude: Hein? Ué, por que não? Essa cor veio para o verão 2010 e já virou sensação, ouvi falar até que é o novo branco. Vamos combinar que é super elegante e requintado, além de servir de fundo para todas as outras cores que falamos acima. Se for combinado com outras peças ou acessórios neons, fica bárbaro, além da super energia que os tons neons trazem. Fica a dica!

Agora, é só escolher a cor que mais lhe agrada e boa sorte!!

E eu desejo a todos um 2010 muito 10, muito colorido, muito cheio de vida e alegria e de todas as energias boas para o mundo todo!


Eu já disse aqui que a-do-ro fazer aniversário, né? Então, vale complementar que eu também gosto de me cuidar um pouco mais nessa época e ficar lindamaravilhosa para esperar meu ano novo pessoal começar. Afinal, o significado de fazer aniversário é nascer de novo, para mais um ano, mais uma etapa da vida que começa, mais uma renovação! E no Natal? Bom, como todos sabem, o Natal é o aniversário de Jesus. E, portanto, dou a mesma (e devida) atenção a esta data. Pensa: Deus deu de presente para humanidade (ou seja, nós!) seu único filho. Tá aí um dos motivos de presentear nossos queridos nesta data, pois compartilhamos o que temos de melhor dentro de nós com quem amamos. Claro que todo dia é um novo começo, mas traçamos nossa história e, às vezes, paramos e queremos renovar de forma mais grandiosa. Isso acontece quando resolvemos dar guinadas em nossas vidas, às vezes grandes, outras nem tanto assim, mas decidimos fazer mais aquilo que realmente nos preenche e nos faz mais feliz. E para 99% das pessoas, esse é o momento. Mas isso não acontece porque é Natal, assim simplesmente. Acontece por conta da magia e do sentimento de renovação da vida que esta data traz. E como já disse aqui, eu quero porque quero ajudar as pessoas a se descobrirem mais, expressando sua personalidade através de seu estilo.
E isso também vale para o Natal. Que tal cuidar mais de si? Começando por dentro, vai se refletir por fora. Plante um arco-íris no seu coração e deixe o brilho e a alegria das cores expandirem e irradiarem por onde você passar!
Escolha uma roupitcha que te deixe sentir-se linda(o) e confortável, capriche mesmo! Com certeza o Papai do Céu vai ficar muito feliz de te ver assim, tão de bem consigo e vai colocar no saco de presente do Papai Noel tudo aquilo que você mais deseja nesta nova etapa do mundo que vai começar. Algumas dicas?
* Primeira de todas: seja você!
* Escolha peças de qualidade, em cores que realcem sua pele e, que depois, possam ser usadas em outras ocasiões ou que casem com outras peças que você já tenha.
* Lembra que Natal é um aniversário mais que especial? Então, férias ao preto já! ‘Ah, mas é só um detalhizinho, uma estampinha…’ – Então, tá. Mas lembre-se também do arco-íris! ;-) Ah, mas eu tô gordinha…’ – Bem, existem outras cores e formas de disfarçar os quilinhos a mais! Modelagens que valorizem os pontos fortes, como decotes, volume, largura, comprimento, tecido e cor, aplicados em lugares estratégicos. Pretos coloridos e clássicos? Marinho, berinjela, cinza, bege, verde, azul, até o branco ou hit do verão 2010, nude! Vista-se, olhe no espelho e avalie se o que você tem de mais bonito está em evidência ou não.
* Peças versáteis e sem muito detalhe podem ser valorizadas com jóias, bijuterias ou acessórios. E vale lembrar uma ‘regrinha’: quanto menos, mais! Deixe o exagero para Árvore de Natal!
* Mããããs… Se você já tiver um estilo mais peruástica, dica: paetês, tachas e correntes estão com TU-DO!
* Se for uma confraternização da empresa onde trabalha, cuidado com excessos! Mantenha a mesma postura profissional ao se vestir e surpreenda nos acessórios e complementos com um pouco mais de ousadia e modernidade.
* Os mocinhos podem ficar com um look mais descontraído em camisas modernas, jeans, malhas, calça cargo, camiseta pólo. Se for uma festa mais formal, pode até complementar o visual com um blazer com uma pegada mais esportiva. Se não for tão formal, calças esportivas e bermudas em cores neutras ficam bem legais, também. Mas, independente do ambiente, lembre-se que é uma festa! Os trajes ‘praia’ e ‘futebol e cerveja com os amigos’ fica para outro dia!
Então, aproveitem e…
Merry X-mas!!

fonte de pesquisa: www.terra.com.br/moda

Não sei se todos que estão lendo sabem, mas minha mãe é manicure. A vida inteira eu ouço: ‘Nóóóóóssa, que unhas lindas você tem!!‘. Juro que a coisa do mauzoiádo funciona, pois, muitas das vezes, elas quebram em seguida. Da última vez, quebraram de 7 dedos. E minha mãe ainda é metida, porque faz questão de responder que ela fez e refez. Tá, não é porque é minha mãe, mas confesso que a bixa é boa mesmo! E lamento dizer a vocês que, apesar do marketing barato, ela está se aposentando…
Mas o assunto aqui é outro. Afinal, nada melhor (e higiênico) que uma pessoa com as unhas feitas, melhor ainda e mais bonito se estiverem bem feitas. Minha mãe mesmo tem praticamente TOC de olhar as mãos das pessoas. E repara meeeesmo se as unhas estão feitas ou não, se estão bem feitas, bem pitadas, como é o formato, se a pessoinha roe (écati! =/). E eu herdei um pouco disso dela, mas acabo reparando mais na cor do esmalte, mesmo. Então, vamos falar um pouco das cores?
Obviamente de acordo com o estilo e personalidade, a pessoa acaba tendo umas 3 cores que mais usa. Eu mesmo acabo variando entre o branquinho, vermelho e rosão. Mas, de vez em quando, me aventuro em algum lançamento, que logo perde a graça. Ainda bem que uma vez por semana a gente já troca de novo, né? Se bem que, além da conveniência me ajudar, confesso que sou viciada em fazer as unhas. Já cheguei a fazê-las 3 vezes na mesma semana! E detesto esmalte descascando! Neurótica, eu sei…
Eu ando lendo uns blogs por ai e vi algumas coisas sobre esmaltes muito legais. Umas cores escalafobéticas tipo azul metálico, laranja fluorescente, verde maçã, amarelo ovo, que só tendo mesmo muito estilo pra usar. A Vanessa Rozan, maquiadora super fashion, outro dia estava usando esse ai, Ocean Love Potion, da Sephora by OPI:

Eu acho estranho, pra mim. Mas acho super estiloso pra quem tem (o que eu chamo de) coragem!! Praticando a mania do momento, ou seja, twittando, li isso aqui: “‘Quero azul Twitter!’ De uma garota à manicure em Ipanema, sobre a cor de esmalte que desejava. (O Globo/Gente Boa/JFS – via @melhoresfrases)”. Bárbaro, não?!

Num outro blog consegui ver alguns lançamentos de verão da Colorama, cores fortérrimas. Chamam de cores quentes. Eu só consigo ver cores gritantes, nada a ver com temperatura! Mas usaria sim, na boa. Vê se não dá vontade?

Agora, coisas que acho totalmente out… Unhas artísticas, pra mim, são extremamente bregas!! Nada de oncinhas, zebrinhas, borboletinhas, florzinhas… Pára, né!! O único desses ‘inhas’ que se salva é a francesinha, e só porque fica bem natural. Caso contrário, só se você ainda tiver uns 10 anos de idade, vamos combinar…

E, pra variar um pouco, não vou deixar de falar dos nossos amiguinhos rapazes. Homens, por favor, cortem suas unhas regularmente! Segredo: mulheres não gostam de homens com unhas compridas, nem pintadas de branquinho Renda, como já vi por ai… E preto só vai ficar bacana se você for emo. Sério, tome cuidado para não ficar horrível! Se quiser, passe só incolor, é a melhor opção para homens, fica mais natural. Algumas marcas tem linhas específicas para este público. Como já disse por aqui, homem tem direito a se cuidar e a ter vaidade também, sim! Nada de preconceitos com homens que vão à manicure, muito pelo contrário! Mas tudo tem limite, né!
Pronto, aproveite que é sábado, agende com a manicure de sua preferência, as garotas podem soltar a criatividade e escolher a cor que mais tem a ver com seu humor e estilo e… Bora a-rrasar!!



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